O ASSASSINATO DE RICHARD NIXON

O ASSASSINATO DE RICHARD NIXON **
Francamente não vejo o porquê desse titulo, se o filme não se trata do assassinato do ex-presidente americano e sim sobre o maior fracassado da face da terra, interpretado por Sean Penn, que após se separar da mulher (naomi watts) por quem ainda é apaixonado e nutre a esperança de uma possível volta. Naomi por sua vez nem cogita reatar o relacionamento, e está sempre incomodada com as aparições do ex-marido em sua casa, seja para ver as filhas ou vigiar possíveis romances que ela possa vir a ter com outros caras.
Ele trabalha como vendedor em uma loja de móveis e vive em conflito com as pressões do chefe em ensina-lo a ser o melhor vendedor levando a sua cabeça pensamentos bizzaros. Entre um fracasso e outro ele ainda tenta levar adiante um projeto com um amigo (Don Cheadle) que parece jamais dar certo. O diretor então deixa um pouco de lado algumas obrigações do personagem e resolve centra-lo na busca pelo sonho americano de ter seu próprio negócio. Vê nas pessoas, preconceitos que não consegue aceitar e começa a culpar o presidente por seus fracassos.
Naomi Watts tenta levar em frente a mulher que trabalha como garçonete para sustentar as filhas, já que não pode contar muito com o ex-marido e sua personagem é exatamente o oposto do protagonista, um contraponto que torna o filme assistível.
Honestamente eu detesto historia sobre fracassados, não consigo entender tal reação. Losers sempre serão losers, o longa pode até conceder momentos interessantes, mas não vai nada alem disso. É bastante cansativo e se tivesse mais de 95 minutos você não agüentaria ver o final, que por sinal é mais interessante que o filme inteiro que não tem nada a ver com o assassinato de Richard Nixon.
NOTA: 4.0
ANDRE NEGREIROS 13.11.2006
Francamente não vejo o porquê desse titulo, se o filme não se trata do assassinato do ex-presidente americano e sim sobre o maior fracassado da face da terra, interpretado por Sean Penn, que após se separar da mulher (naomi watts) por quem ainda é apaixonado e nutre a esperança de uma possível volta. Naomi por sua vez nem cogita reatar o relacionamento, e está sempre incomodada com as aparições do ex-marido em sua casa, seja para ver as filhas ou vigiar possíveis romances que ela possa vir a ter com outros caras.
Ele trabalha como vendedor em uma loja de móveis e vive em conflito com as pressões do chefe em ensina-lo a ser o melhor vendedor levando a sua cabeça pensamentos bizzaros. Entre um fracasso e outro ele ainda tenta levar adiante um projeto com um amigo (Don Cheadle) que parece jamais dar certo. O diretor então deixa um pouco de lado algumas obrigações do personagem e resolve centra-lo na busca pelo sonho americano de ter seu próprio negócio. Vê nas pessoas, preconceitos que não consegue aceitar e começa a culpar o presidente por seus fracassos.
Naomi Watts tenta levar em frente a mulher que trabalha como garçonete para sustentar as filhas, já que não pode contar muito com o ex-marido e sua personagem é exatamente o oposto do protagonista, um contraponto que torna o filme assistível.
Honestamente eu detesto historia sobre fracassados, não consigo entender tal reação. Losers sempre serão losers, o longa pode até conceder momentos interessantes, mas não vai nada alem disso. É bastante cansativo e se tivesse mais de 95 minutos você não agüentaria ver o final, que por sinal é mais interessante que o filme inteiro que não tem nada a ver com o assassinato de Richard Nixon.
NOTA: 4.0
ANDRE NEGREIROS 13.11.2006


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